quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
Hora do Conto: uma pausa para saborear a leitura
Por entre a azáfama do quotidiano escolar, os momentos de leitura sem imperativos trazem descontração e despertam para a beleza de obras que mercem todo o destaque.
É o caso de O cavalinho de pau do Menino Jesus, de Manuel António Pina, uma história em que Amor e Humor se entrelaçam para recontar o episódio da adoração do Menino pelos Magos. Pela mão do autor, acompanhamos uma nova personagem ao estábulo onde nasceu Jesus: o Pai Natal. Impedido de entrar pelos seguranças dos Reis Magos, o velho de barbas brancas depressa encontrou outro acesso ao Presépio: nada mais do que... a chaminé! E o lindo cavalinho de pau vindo do Polo Norte foi, de todos os presentes, o que fez as delícias do Menino Jesus.
Os meninos do Tojeiro (2º e 3º Anos) escutaram. Depois da narração, a magia da história inspirou-os na ilustração dos marcadores de livros que levaram consigo.
Para marcar outros bons momentos de leitura!
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quinta-feira, 22 de novembro de 2012
Nomes e rostos da Tolerância
Na continuidade do dia 16 de novembro, o desafio à reflexão sobre a Tolerância mantem-se, na BE e no hall de entrada da escola, através dos trabalhos desenvolvidos pelos alunos do 9º Ano, que pesquisaram em torno de algumas das grandes personalidades que tornaram melhor o século XX e o nosso mundo. Sob a orientação da professora de Português e com a ajuda da equipa da biblioteca, ao longo das últimas semanas, na BE, a informação dispersa e vasta foi-se sintetizando e tornando conhecimento; nomes vazios emergiram da indefinição, para ganharem rostos; datas sem significado marcaram o tempo dessas vidas intensamente vividas.
O conceito de Tolerância, e as palavras que o envolvem, materializam-se, deste modo, através dos exemplos vivos apresentados pelos alunos do 9º Ano.
Agradecemos, de modo especial, a colaboração do ATL, que contribuiu, com a sua criatividade, para abrilhantar esta mostra.
O conceito de Tolerância, e as palavras que o envolvem, materializam-se, deste modo, através dos exemplos vivos apresentados pelos alunos do 9º Ano.
Agradecemos, de modo especial, a colaboração do ATL, que contribuiu, com a sua criatividade, para abrilhantar esta mostra.
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domingo, 18 de novembro de 2012
Hora do Conto: O meu vizinho é um cão
No Dia Internacional da Tolerância, que a nossa escola assinalou em grande, a BE reservou a Hora do Conto para as turmas do 5º Ano, com uma obra divertida que a todos deu que pensar: O meu vizinho é um cão, da autoria de Isabel Minhós Martins e Madalena Matoso.
Com a colaboração das leitoras Vera e Beatriz, do 5º A, a história foi revelando as sucessivas personagens que vêm habitar um prédio, vizinhos sempre diferentes, para surpresa da criança narradora, que encontra em cada um um novo amigo. Porém, contrasta com este olhar o olhar dos pais, conduzido pelo preconceito e pela desconfiança. Até que um dia, à frente do prédio, estaciona mais um camião de mudanças: desta vez, não é um novo vizinho que vem habitar o prédio; são estes adultos, que, isolados e incapazes de se integrar, acabam por abandonar a pequena comunidade.
Com a colaboração das leitoras Vera e Beatriz, do 5º A, a história foi revelando as sucessivas personagens que vêm habitar um prédio, vizinhos sempre diferentes, para surpresa da criança narradora, que encontra em cada um um novo amigo. Porém, contrasta com este olhar o olhar dos pais, conduzido pelo preconceito e pela desconfiança. Até que um dia, à frente do prédio, estaciona mais um camião de mudanças: desta vez, não é um novo vizinho que vem habitar o prédio; são estes adultos, que, isolados e incapazes de se integrar, acabam por abandonar a pequena comunidade.
Depois do diálogo suscitado pela história, houve ocasião de explorar o conceito de tolerância e, partir dele, dar início ao nosso workshop: cada aluno foi desafiado a desenhar, em traços simples, um rosto humano, de qualquer raça, idade, género ou estilo... Por entre riscos e rabiscos, as surpresas não se fizeram esperar!
E às janelas do nosso prédio assomaram sorrisos de todas as cores. Uma questão de tolerância.
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terça-feira, 6 de novembro de 2012
Descobrir os caminhos da escrita
Por falar em escrita, está aí o VI Concurso "Uma História de Natal", com que, em cada ano, a BE de Arazede desafia os alunos do 2º e do 3º CEB a criarem uma narrativa inédita e original. Ao longo deste mês de novembro, aqui fica o desafio: deixem-se guiar pela imaginação e a sensibilidade e descubram esse outro caminho para a leitura, que é afinal a escrita.
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segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Escrita criativa - uma outra forma de aproveitar a BE
A Beatriz Costa, do 5º A, utilizadora habitual da BE, deu asas à imaginação e, num momento livre, escreveu e ilustrou o texto que aqui postamos. Com este belo exemplo, deixamos o desafio a outros pequenos "escritores" da nossa escola, esperando partilhar com a comunidade os seus momentos de inspiração.
Se eu fosse uma abelhinha
Se eu fosse uma abelha voava de
alegria. Ia de flor em flor e chupava o pólen das flores. Só podia criar os
meus filhos se lhes desse alimento.
Eu fazia o mel para as pessoas porem
no chá, no pão ou noutro tipo de alimento. Outras vezes, estava calor, ia picar
as pessoas se me fizessem mal. Na Primavera ia às ameixoeiras chupar o pólen
das suas flores branquinhas como a neve.
Eu também tinha uma casa muito
elegante. A casa por dentro era toda amarela e dava-lhe o nome de colmeia. Era
eu que fazia o mel.
Só podia ter filhos se comesse muito,
mas muito mel. E quando as abelhinhas bebés nascessem éramos uma família muito
alegre. Essas abelhinhas andavam sempre atrás de mim. Essas abelhinhas também
me ajudavam a fabricar o mel e a chupar o pólen das flores.
Era uma abelhinha esperta e arranjava
as flores da seguinte maneira: saía de casa com a minha grande família e ia aos
jardins dos humanos, punha os pés no chão e arrancava algumas flores. Mas só
arrancava uma flor de cada cor, para as colocar no meu jardim para ele não
ficar com flores repetidas. Assim, já não ia ao jardim dos humanos, porque
tinha um jardim com as flores que precisava, podendo tirar delas o pólen.
Depois de eu ter o mel feito ia lá um
homem ou uma mulher com um frasco, para tirarem o mel, para o levarem para suas
casas. Mas… os humanos teriam de ter muito cuidado para não lhes picar…
Beatriz Costa, 5ºA, nº4
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Oficina de Escrita
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
"O historiador detetive"
O mês de outubro lembra-nos o universo das bibliotecas escolares e as imensas possibilidades que elas oferecem. Saber aprender, pesquisar, localizar e selecionar a informação, transformando-a em conhecimento, foi o principal objetivo da atividade preparada entre a BE e a disciplina de História e Geografia de Portugal (6º Ano) - "o historiador detetive". Ao longo desta semana, cada turma esteve na BE para uma sessão prática em torno da pesquisa biográfica em suporte livro, sobre quatro figuras históricas do século XVIII português: D. João V, D. José I, Marquês de Pombal e D. Maria I. Os alunos comprovaram que a pesquisa sobre um assunto através de diferentes obras se torna mais completa, pois cada uma oferece aspetos distintos. O importante é saber encontrá-los e perceber a sua pertinência.
Esperamos que os nossos "detetives" do 6º Ano tenham descoberto mais sobre estas figuras da História de Portugal e apliquem esta experiência a outras disciplinas e desafios.
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